We can learn to love (again)

Apr 30

“Eu não sei se consigo acreditar em você, porque não sinto segurança em nós. Sinto que a qualquer momento você vai embora, e eu vou ficar aqui, confuso, chorando e precisando de um ombro amigo. Por que você não pode seguir em frente? Por que você precisa reafirmar amores e se encher de dúvidas? E aí eu te pergunto “Como eu fico?” A gente se enrolou pra se desenrolar assim? E você vem e diz “É confuso, mas não desiste”. E eu faço o quê? Não quero que me faça promessas porque eu não vou ser capaz de lidar caso elas não aconteçam. Eu amo você, sabe disso, não sabe? Mas não posso ficar aqui, esperando você decidir se me quer tanto quanto eu te quero. Aliás, eu sei que você me quer, mas sei também que não tem total certeza. E sei que não quer me deixar ir, mas também não deixa antigos amores partirem. Só que eu não posso ficar parado no tempo, não mais. Leva estas palavras sinceras e pesadas contigo como lição de casa: Que seja o nosso tempo ou cada um por si.” — Allax Garcia.       (via confortando)

(Source: allaxg, via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

Apr 28

“É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do quer falar e acabar com a dúvida.” — Abraham Lincoln   (via casebre)

(Source: especificado, via casebre)

;)

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(Source: , via a-cinzentar)

“Bem, Capitu se decepcionou logo com o seu primeiro amor, com seus melhores amigos e mais ainda com sua família. E começou a desacreditar no que lhe diziam. Claro, hoje ela amadureceu, mas não é mais tão feliz, as cicatrizes não as deixam esquecer de certas lembranças e pra melhorar vem ainda a pouco esperança que têm no próprio ser humano.. A única verdade que lembra-se ter ouvido foi o canto do pássaro em um jardim bonito, e a voz da sua vó, ahh.. a voz da sua vó era a verdade, era a pureza, era o amor verdadeiro, ali, em pessoa! E infelizmente os seus sonhos sobre amigos verdadeiros, família feliz e um mundo melhor, vão desaparecendo a cada dia que ela (sobre) vive.” — Ela acreditou no que lhe disseram. Sobre o mundo ser bom, e as pessoas serem sinceras.. (via readotar)

“Certo dia tentei eu me esconder da luz e prender-me na escuridão. Ai foi nesse dia talvez, que tranquei as portas e as janelas, fechei as cortinas, e ainda assim rabiscos de luz cruzavam no ar; lacrei cada centímetro de orifícios pela casa. Sim estava na gangorra da penumbra, e quando abro os olhos para desfrutar do ar negro, eis que me deparo com o brilho de minhas ideias… Maldito! Por onde andou?” — O Balé dos Monstros. (via primaverasolitari-a)

(via readotar)

“Você me aconteceu em uma terça-feira qualquer. Uma terça-feira com cara de domingo, tediosa, sem pretensão nenhuma, e ainda por cima acompanhado de um céu mal ensolarado. Mas você apareceu, risonho, brincalhão, bem humorado, com a barba mal feita, e o sorriso mais iluminado que eu já pude ver.. é, você é daquele tipo seleto de pessoas que sorri através dos olhos. Me lembro bem, eu fiquei totalmente fascinada pelo seu sorriso, até tinha esquecido que prometi a mim mesma em um noite acompanhada pela insônia que tomaria cuidado com esse tal de amor.. em vão! Aconteceu para fazer aquele dia mais ou menos, com cara de domingo e mal ensolarado tornar-se o seu dia.. Você sorriu pra mim e provou que meu coração era tolo demais para não se apaixonar por você.” — Me lembro bem, meu bem! (readotar)

(Source: readotar)

poboh:

The Luxembourg Gardens in spring, 1910, Isaac Brodsky. Russian (1884 - 1939)

poboh:

The Luxembourg Gardens in spring, 1910, Isaac Brodsky. Russian (1884 - 1939)

undr:

F. J. Mortimer
London Rain. 1903

undr:

F. J. Mortimer

London Rain. 1903

marionblank:

(c) Marion Blank, Paris (notes on trees), 2012

marionblank:

(c) Marion Blank, Paris (notes on trees), 2012

makemestfu:

So relatable blog :)

makemestfu:

So relatable blog :)

Ele me conta das meninas, eu conto dos caras. Eu acho engraçado quando ele fala “ah, enjoei, ela era meio sem assunto” e olha pra mim com saudade. Ele também ri quando eu digo “ah, ele não entendeu nada” e olho pra ele sabendo que ele também não entende, mas pelo menos não vai embora. Ou vai mas sempre volta.
Mas meu melhor amigo é meu único amor. O único que consegui. Porque ele sempre volta. E meu coração fica calmo.” — O Amor, Tati Bernardi.  (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

(Source: forjada, via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

Apr 27

“Sou eu, de novo. Foi mal, precisei sumir um tempo. Você me pegou de surpresa e eu tinha de pensar. Por isso não atendia telefone, campainha, carteiro e tudo isso. Mas aposto que você nem chorou. Não como eu chorei. Você nem é disso. Então, dei esse tempo pra mim. Pra nós, principalmente. E resolvi aceitar sua proposta, se tiver de pé. E aí, você quer mesmo morar comigo? Se não mudou de ideia, estou pronta. Falei com minha mãe. Ela disse que não era bem assim, que eu ia me arrepender, que tudo tem seu tempo. Mas bati o pé. Disse que estava decidida. Tudo no seu tempo, mas do meu jeito. Viu como é quando quero uma coisa? Vai se acostumando. A coisa está um inferno por aqui. A velha achou mais um nódulo e vai fazer uns exames na terça-feira. Deve ser benigno outra vez, mas ela quer porque quer ter um câncer. Na boa, não deve ser o sonho de toda mãe, mas certamente é o da minha. Essa será a sua sogra, o que você acha? Dá tempo ainda de mudar de ideia, só me avisa. Senti sua ausência. Quero dizer, minha ausência. Mas foi bom. Se ficar longe foi essa tortura, ficar tão perto não deve ser tão ruim assim. Mas ainda não penso que seja amor, não me convenci disso. É melhor. Sei lá, a palavra “amor” me remete a uma casa, um homem e uma mulher, cachorros, contas a pagar, planos de morar num lugar maior. Não dá pra ser amor entre duas crianças grandes num apartamento de um quarto só, dá? Tem muito mais entre a gente, essa incógnita de dois que sabem que não foram feitos pra durar. Você não quer saber nada do meu passado, eu quero saber do seu, mas você quase não abre a boca, e só diz o que interessa. Mas tudo bem, de verdade. Ou bom ou pra sempre. As duas coisas são incompatíveis. Minha mãe disse que não ia dar certo. E eu nem falei nada. Contei apenas que ia morar com alguém, pra dividir as despesas, essa coisa de preciso-do-meu-espaço, de ser independente e blá-blá-blá. Mas a coroa sacou na hora. Ela sabe que sou individualista, que gosto de comida na hora, que me nego a pagar a luz. Era meio óbvio que a força motriz só podia ser algo maior, não é? Mas deixei ela pensando o que quisesse, como ela faz com os abcessos achando que é algum tipo letal de sarcoma. As brigas podem esperar, não é? Diz alguma coisa. Voltei a ir na minha analista. Eu sei que você a odeia, diz que ela quase destruiu a gente uma vez, mas para de ladainha, poxa. Ela me ajudou. Sério! Esse negócio de deixar minha mãe pra trás. Racionalizei a minha culpa e percebi que estava sendo idiota. O que separa o passado inaceitável do recomeço inevitável é o período em que você para de negar e se permite sentir raiva. Muita raiva. Não foi bem isso que ela falou, mas foi o que entendi. Ou quis entender. Eu queria morar contigo e pronto. Tem lugar para os meus sapatos? Talvez aquela ideia de pendurar tudo num saco pra fora da janela não seja tão estúpida. Brincadeira. Aposto três meses de aluguel adiantado que você consegue lugar pra mim dando um jeito naquele seu roupeiro. Você pode doar algumas camisetas, as mais desbotadas, ou seja, quase todas. Agora me dei conta do que falei, então não pensa que já estou tentando te mudar, óquêi? Acho que semana que vem estou pintando aí. Estou com vontade da tua boca. Só me sinto segura perto dela, assim eu sei que ela não está fazendo bobagem por aí. Fez frio esses dias. Você não acha? E olha que já é novembro. Mas pra você tanto faz, nunca vi tão calorento. Seja julho ou fevereiro, você sempre acorda empapado. Anda com algum sonho ruim? É comigo? Se for, não me conta, não quero saber. Dormindo contigo, eu nunca me sinto gelada, pelo menos, adoro acordar de manhã com a lombar cheia do seu suor. Aliás, precisamos ver umas cortinas para o seu quarto. Opa, nosso quarto. Ainda não me acostumei. Vai levar um tempo. Tomara, porque se a gente começar a se sentir casado, vamos estragar tudo. Também pensa assim? Estou contando os dias. Quero sentir o cheiro da sua cama bagunçada de novo. E assistir você caminhar nu até o banheiro. Sua bunda é fofa. Não vamos ter filhos. Nunca. Tudo bem pra você? Se bem que nunca é uma palavra que não funciona nunca comigo. Nunca. Eu disse que nunca ia morar contigo. Que nunca mais queria te ver. Gritei uma vez pra você nunca mais tocar em mim, lembra? Mas é que você faz isso tão bem. É como se o meu corpo fosse teu. Um brinquedo que você monta e desmonta, vai mexendo nos parafusinhos, fuçando peça por peça, sem nem precisar ler o manual. Sei lá, não me pergunte como consegui dar essa desaparecida. Quando estava de pé queria ficar sentada, quando me sentava precisava levantar. É como dirigir à noite numa rua deserta e toda esburacada. Uma agonia doida. Um vazio. Uma vontade de sair da própria pele e telefonar, só pra te ouvir falando suas monossílabas pra dentro. Talvez resistisse mais, assinando uma tevê com mais canais ou engordando a geladeira. Mas eu só deitava e esperava. Se eu resolver outra vez ficar longe, pelo menos espero que me dê um bom motivo. Faz isso por mim? Digo, se for pra dar errado, você pode me fazer o favor de ferrar com tudo de uma vez? Me sinto ridícula escrevendo essa carta. Eu saí tanto de mim pra entrar na tua que até me sinto uma estranha dentro de mim mesma. E eu sempre tive medo de estranhos. Entende? Você está aí ainda? Você também deve estar achando patético ler isso. Te conheço. Eu não sei se você também não sabe o que mesmo estamos tanto esperando para nos encontrar.” — Você quer mesmo morar comigo? Gabito Nunes.  (via casebre)

(Source: pouco-perfeita, via casebre)

“A Julieta era uma idiota. Porque ela se apaixona por aquele cara que ela sabe que não pode ter. Todo mundo acha isso tão romântico: Romeu e Julieta, amor verdadeiro, que triste. Se Julieta foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo, beber uma garrafa de veneno e ir repousar num mausoléu, então ela teve o que merecia, e até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz. Você pode desperdiçar sua vida construindo barreiras e fronteiras ou então você pode viver ultrapassando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a se arriscar, a vista do outro lado é espetacular.” — Grey’s Anatomy (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

(Source: negativar, via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

“Sim, o passado pode machucar. Mas do modo como vejo, você pode fugir dele ou aprender com ele.” — O Rei Leão. (via errografia)

(Source: falso-mentiroso, via errografia)

Apr 26

“Quanto a mim, continuarei calada e fria e nunca terei medo da verdade. É sempre melhor não adiar o que tem de se dizer.” — O Diário de Anne Frank.  (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)